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Corte uma garrafa plástica, marque uma escala de medição e coloque-a no jardim — depois leia-a todas as manhãs após a chuva e registe os resultados num diário meteorológico. Um pequeno projeto científico com grandes resultados.
Dobrar pombas, rãs saltadoras e estrelas da sorte seguindo diagramas passo a passo — uma arte japonesa ancestral que só precisa de papel quadrado, desenvolve a motricidade fina e recompensa a paciência com resultados tridimensionais.
Mergulhe tiras de jornal em pasta, sobreponha-as sobre um balão ou forma de cartão para esculpir máscaras, taças ou animais — um artesanato joyosamente sujo que transforma materiais simples em arte 3D.
Equilíbre pedras em delicadas torres numa praia ou margem de rio — uma prática ancestral e meditativa de land art que exige paciência, foco e resolução criativa de problemas mesmo dos construtores mais jovens.
Coloque uma folha sob papel, esfregue um lápis de cera por cima e veja o padrão aparecer magicamente — um artesanato natural simples que ensina às crianças as estruturas vegetais.
Todas as noites desenhe a forma da lua num pequeno caderno e acompanhe o seu crescimento e minguante ao longo de um mês — um hábito simples e bonito de observação do céu que liga as crianças aos ritmos da natureza.
Coloque panelas e utensílios velhos lá fora e deixe as crianças preparar tortas de lama e poções — um jogo sujo, sensorial e imaginativo que desenvolve a criatividade e a ligação com a natureza.
Leve um caderno para o exterior, sente-se tranquilamente e desenhe ou escreva sobre o que observa — um pássaro num galho, líquen numa pedra, a forma das nuvens. Uma prática meditativa que aprofunda a ligação com a natureza.
Disponha folhas, pedras, pétalas e gravetos em mandalas, espirais ou formas de animais — arte efémera bela inspirada em Andy Goldsworthy que ensina as crianças a ver padrões no mundo natural.